ImaginaRio #73 – Autistas também crescem

Mais do que um diagnóstico, o Transtorno do Espectro autista (TEA) também é uma questão de comunicação e de como nosso espaço urbano lida com as diferenças. Nesta edição, voltamos nosso olhar para a cidade sob a perspectiva do autismo, que, em grande parte, tem sua discussão limitada acerca da infância, trazendo poucos debates sobre os adultos que vivem com a deficiência. Como nossa cidade tem se adaptado a crianças pensando em sua estabilidade ao longo da vida? Como temos incluído a abordagem para diagnóstico e acompanhamento de pessoas já adultas, considerando os desafios sensoriais e sociais neurodivergentes? Abrir essa discussão é encarar o afastamento que surge quando o suporte estatal e social não tem sido tão abordado na maioridade, dificultando o direito básico de pertencimento a partir de falhas nas políticas públicas, destacando também a importância de redes que validem a trajetória de quem lida com a deficiência, inclusive em sua vida adulta. O convite é para pensarmos uma comunicação que humanize o diagnóstico e uma cidade que aprenda a incluir essas subjetividades de forma plena.

BERRO #50 – Afetos pelo olhar da homoafetividade negra

Falar sobre diversidade sem falar sobre raça é contar uma história incompleta. Dentro do próprio movimento LGBTQIAPN+, experiências negras são atravessadas por apagamentos, estereótipos e falta de representação, especialmente se falamos de afeto. Nesta edição, o BERRO! olha para a

BERRO #49 – A Diversidade que o Esporte Ainda Evita

A relação entre cultura pop e esportes profissionais muitas vezes impulsiona debates sociais, pressionando instituições tradicionais a confrontarem suas próprias contradições. No hóquei no gelo norte-americano, a série Heated Rivalry tornou-se um exemplo claro dessa dinâmica. Centrada no romance secreto

Por motivos de #ElenaFerrante: quando as histórias atravessam as páginas e chegam às cidades

No dia 20 de fevereiro de 2026, a pesquisadora Isadora Ortiz defendeu, no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGCOM/UERJ), a dissertação “Por motivos de #ElenaFerrante: práticas de fãs da Tetralogia Napolitana e

A institucionalização do apagamento: como a aculturação histórica fez a população esquecer as origens de Iemanjá e sua festa?

Por Allana Barbosa e João Otávio Alves* Iemanjá é uma divindade cultuada nas religiões de matriz africana, uma das orixás mais populares do Brasil, considerada “mãe de todas as cabeças”. Seu culto atravessou o oceano atlântico até as terras brasileiras

ImaginaRio #67 – Sistema de Cotas na Universidade

As políticas de cotas no Brasil surgiram no início dos anos 2000 como resposta às desigualdades sociais e raciais historicamente presentes no país. Elas têm o objetivo de ampliar o acesso ao ensino superior para grupos que foram excluídos ao longo do tempo.

Existem diferentes tipos de cotas, como as raciais, voltadas a pessoas negras, pardas e indígenas; as sociais, destinadas a estudantes de baixa renda e egressos de escolas públicas; para pessoas com deficiência e, em algumas instituições, para quilombolas e povos tradicionais. A adoção dessas políticas tem grande impacto na democratização do ensino, pois aumenta a diversidade dentro das universidades, reduz desigualdades e oferece oportunidades reais de mobilidade social.

O Mestre-Sala dos Mares

Salve o Almirante Negro Estamos, de novo, em novembro, de novo: o Mês da Consciência Negra. O Mestre-Sala dos Mares, de João Bosco e Aldir Blanc: “Há muito tempo nas águas da GuanabaraO dragão do mar reapareceuNa figura de um