As políticas de cotas no Brasil surgiram no início dos anos 2000 como resposta às desigualdades sociais e raciais historicamente presentes no país. Elas têm o objetivo de ampliar o acesso ao ensino superior para grupos que foram excluídos ao longo do tempo.
Existem diferentes tipos de cotas, como as raciais, voltadas a pessoas negras, pardas e indígenas; as sociais, destinadas a estudantes de baixa renda e egressos de escolas públicas; para pessoas com deficiência e, em algumas instituições, para quilombolas e povos tradicionais. A adoção dessas políticas tem grande impacto na democratização do ensino, pois aumenta a diversidade dentro das universidades, reduz desigualdades e oferece oportunidades reais de mobilidade social.
