ImaginaRio #72

O Rio de Janeiro vive hoje um paradoxo ambiental. De um lado, a vitrine internacional da Prefeitura empilha reconhecimentos. De outro, a estrutura técnica que deveria executar essas políticas — a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (SMAC), fundada em 1994 — definha sob um processo de esvaziamento administrativo. Enquanto o Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática (PDS) e a Agenda 2030 orientam o marketing oficial, a realidade urbana é marcada por um “evento ininterrupto” que ignora a preservação básica.