Vol. 16, N. 62 ImaginaRIO – Junho de muito Orgulho no Rio de Janeiro

Uma introdução em homenagem:

Nesta última edição do semestre, o boletim ImaginaRio homenageia a comunidade LGBTQIAPN+, que vive uma luta constante por direitos, respeito e oportunidades. E já que estamos falando de discussão de pautas necessárias a qualquer sociedade democrática, aproveitamos para também homenagear o boletim Berro! Comunicação para a Diversidade, que mensalmente nos oferece informação e reflexão sobre as conquistas, desafios e produção cultural da comunidade. Esses dois boletins são produtos, entre muitos outros, que ajudam o Lacon a cumprir o propósito da sua existência como um laboratório de pesquisa, ensino e extensão.

E vem aí a segunda edição do evento Berro! Expressão e Comunicação LGBTQIAPN+. Mais informações em breve.


Rio de Janeiro, Fevereiro e Março…

Fonte: @flaviavilela/ Agência Brasil 

Junho de muito Orgulho no Rio de Janeiro

Junho chegou e com ele o mês do orgulho LGBTQIAPN+. A cidade se vestiu com as cores do arco-íris. Muita gente lembra dos protestos de Stonewall em Nova York, em 1969, como marco inicial dessas manifestações. A nossa trajetória no Brasil, entretanto, nasceu com características próprias, tendo o Rio de Janeiro como palco de momentos que merecem ser revisitados.

A escolha do mês de junho é um reconhecimento aos protestos que ocorreram em Stonewall, em Nova York, em 1969, quando frequentadores de um bar LGBTQIAPN+ resistiram a uma batida policial e iniciaram uma onda de protestos que reverberou mundo afora. Em 1970, as primeiras marchas aconteceram exatamente para lembrar essa virada histórica, e o mês foi adotado internacionalmente como o mês do orgulho. No Brasil, o movimento ganhou visibilidade apenas na transição para a democracia, quando resgatou essa data simbólica para suas próprias lutas.

Os primeiros sinais de resistência aconteceram no fim da ditadura. Em 1978, o jornal Lampião da Esquina circulou pelo país, incluindo o Rio de Janeiro, denunciando violência policial, preconceito e opressão social que empurravam pessoas LGBTQIAPN+ para a invisibilidade. Os ideais apresentados pelo Lampião se espalharam pelas comunidades, resultando em uma comoção que depois daria frutos concretos. Em Salvador, surgiu o Grupo Gay da Bahia, trazendo inspiração para grupos no Rio. A intensificação da crise da AIDS reforçou a urgência da mobilização, especialmente depois de operações policiais que visavam às pessoas trans e travestis.

O Rio entrou de fato no mapa em 1995, quando recebeu a 17ª Conferência da ILGA, atraindo ativistas de várias partes do mundo. Foi nesse contexto que centenas de pessoas ocuparam as ruas da cidade, numa passeata considerada a primeira parada LGBTQIAPN+ carioca, ainda que não receba oficialmente esse nome. A partir de então, o Rio passou a se consolidar como símbolo dessa causa, mantendo um calendário que mesclava atos políticos e celebrações. A orla de Copacabana passou a ser palco de manifestações de orgulho e encontros comunitários, reforçando que celebrar e reivindicar direitos podem caminhar lado a lado.

Nesse processo, o Rio mostrou ao Brasil que resistir é também criar cultura. As casas noturnas cariocas como Le Boy, Pink Flamingo e The Week tornaram-se territórios de liberdade, onde drag queens e performers encontraram espaço para brilhar. Espetáculos de teatro e cinema retratavam personagens LGBTQIAPN+ com mais humanidade. Representações positivas no audiovisual ajudaram a transformar a percepção social, desconstruindo estereótipos.

Chegaram avanços importantes. Em 2011, a união estável homoafetiva foi reconhecida legalmente no Brasil. Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça aprovou o casamento igualitário. Ao mesmo tempo, o país vive uma realidade dolorosa: é um dos mais violentos do mundo para pessoas LGBTQIAPN+, especialmente para travestis e mulheres trans. Isso reforça que o mês de orgulho não é apenas um momento de festa, mas sim de atenção e mobilização por políticas públicas e proteção.

O orgulho LGBTQIAPN+ segue sendo a afirmação de que a diversidade é força e não fraqueza. A mensagem é clara: ninguém deve ter medo ou vergonha de ser quem é. Direitos conquistados devem ser celebrados, mas também protegidos e ampliados. Nos últimos anos, um novo movimento LGBTQIAPN+ vem ganhando força no Rio. É uma energia revigorada que busca não apenas visibilidade, mas inclusão efetiva. A última parada do orgulho trouxe expectativas altas, mobilizando novas gerações e comunidades periféricas. Entretanto, a falta de organização e segurança foi notável. Apesar de toda a cor e entusiasmo, a estrutura para acolher o público ficou aquém do desejado. Falta sinalização adequada, espaços de apoio e planos emergenciais claros para casos de violência ou tumulto. Ao invés de ser apenas uma celebração, o evento mostrou erros que lembram que ainda precisamos avançar no diálogo com a cidade e as autoridades. Tanto a comunidade quanto os aliados merecem uma parada que una festa, acolhimento e responsabilidades.

Hoje é tempo de celebrar, relembrar e, mais do que nunca, exigir respeito, porque aqui no Rio, onde a arte e o povo se abraçam, onde fevereiro e junho fazem parte da mesma canção de resistência, temos o orgulho de continuar marchando — mas também de cobrar caminhos mais seguros, organizados e inclusivos para que essa festa seja sempre acolhedora e transformadora.


Personagem da Gema

Fonte: CSP-Conlutas/Flickr

Marielle Franco

No Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ celebramos trajetórias que representam coragem, pluralidade e pertencimento de pessoas que contribuíram para tornar o Rio de Janeiro uma cidade mais plural e inclusiva.  Neste cenário, é impossível não lembrar de Marielle Franco, mulher, negra, bissexual, cria do Complexo da Maré, que fez da própria existência um ato de resistência e da sua voz uma ponte entre mundos muitas vezes invisibilizados.

Marielle conhecia o Rio de Janeiro “por dentro” e sua vivência na favela moldou um olhar atento para as desigualdades, mas também sensível às potências que nascem na cidade. Mais do que ocupar uma cadeira na Câmara Municipal como vereadora, conquistou espaços de fala que historicamente foram negados a tantas pessoas como ela. Seu mandato foi pautado pelo desejo genuíno de transformação social. Falava com firmeza, mas também com afeto. Buscava ampliar os espaços de escuta e participação, trazendo temas como mobilidade urbana, educação, segurança pública, cidadania, sexualidade e gênero para o centro de seus debates.

Marielle era assumidamente bissexual e falava sobre isso com orgulho, sem deixar que sua identidade fosse reduzida a rótulos. Seu orgulho não era só pessoal, e sim coletivo. No mês de orgulho, relembrar Marielle é também olhar para o Rio com mais empatia e compromisso com a diversidade, reconhecendo a força das múltiplas identidades que o constroem diariamente. É entender que o orgulho também é sobre ocupar espaços, contar histórias, desafiar silêncios. E que legados como o dela seguem vivos nas esquinas, nos coletivos, nas escolas, nas vozes que continuam a lutar por um amanhã mais justo. Marielle é parte da história do Rio.


Rio entre esquinas

Palácio Tiradentes iluminado com as cores do arco íris – via Tempo Real

Palácio Tiradentes

O período do mês do orgulho tornou-se um símbolo poderoso de resistência e de valorização de identidades que, durante muito tempo, foram silenciadas e marginalizadas. No Rio de Janeiro, essa celebração ganhou forma não somente nas ruas, mas também nos espaços simbólicos da cidade, que se transformaram em canais de expressão da diversidade.

Ao longo do último mês de junho, a cidade se mobilizou de diferentes maneiras para homenagear a luta da comunidade LGBTQIAPN+ e reafirmar seu compromisso com a inclusão. Entre as ações mais visíveis, destacou-se a iluminação de prédios públicos com as cores da bandeira do arco-íris, um gesto simples, mas carregado de significado. Um dos principais destaques foi o Palácio Tiradentes, localizado no coração do centro histórico do Rio, que recebeu a iluminação especial em referência ao Dia Internacional do Orgulho.

Inaugurado em 1926, o Palácio Tiradentes é um símbolo importante do poder legislativo no estado do Rio de Janeiro. Originalmente, ele serviu como sede da Câmara dos Deputados até 1960, quando a capital do país mudou para Brasília. Depois disso, passou a ser a casa da Assembleia Legislativa do Estado do Rio, o que o colocou no centro da política brasileira. Muitos outros prédios e equipamentos culturais também foram iluminados com as cores do arco-íris, como o da Petrobras, os Arcos da Lapa e o Museu de Arte do Rio (MAR). Temos a arquitetura urbana sendo significada e produzindo significados sobre a cidade.

É importante lembrar que a visibilidade e o apoio às questões LGBTQIAPN+ não podem ficar restritos ao mês de junho. Embora essa celebração seja fundamental por seu simbolismo, a luta por igualdade, respeito e dignidade acontece todos os dias. É essencial que continuemos, como cidadãos, a dar voz a essa pauta, especialmente em espaços de poder.


Leitura do Mês

Foto: Globo Livros

O livro da história LGBTQIAPN+

O Livro da História LGBTQIAPN+ é uma coletânea organizada pela Globo Livros, sem autoria individual, logo a proposta é reunir diferentes vozes, ideias e momentos para contar a trajetória da comunidade LGBTQIAPN+ ao longo do tempo no Brasil e no mundo. Com linguagem clara e acessível, o livro apresenta temas importantes de forma envolvente, misturando história, cultura, política e vivências pessoais.
    A narrativa oferece fatos históricos, relatos pessoais e momentos marcantes para mostrar como o movimento foi se formando e ganhando força. Não é só uma linha do tempo, mas uma viagem por histórias de coragem, enfrentamento e também muito afeto. Os autores mostram que, mesmo diante de preconceitos e dificuldades, houve união, criatividade e força para seguir em frente. 
    Mais do que lembrar o passado, o livro faz a gente pensar sobre o presente e o futuro. É uma leitura importante para quem quer entender melhor o Brasil real, com vozes diversas, de caminhos diferentes e de pessoas que só querem viver com liberdade e dignidade.


ImaginaRIO Entrevista

Fonte: Acervo pessoal

Aline Fernandes
Aline é formada em Relações Públicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Com uma carreira com mais de 15 anos de atuação, tem experiência em comunicação interna, organização de eventos, jobs criativos e outros projetos de comunicação. É gerente da área de Cultura, Clima Organizacional e do Comitê de Diversidade e Inclusão da Transpetro, gerenciando projetos e eventos que incentivam boas práticas dentro da empresa.

ImaginaRio: Quais são os principais pilares da política de Diversidade e Inclusão adotada pela Transpetro e como eles se materializam nas práticas do dia a dia? Pode citar alguns exemplos?

A Transpetro lançou em 2024 a sua Política de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI), um documento direcionador da nossa atuação para fomentar um ambiente de trabalho mais acolhedor, inclusivo e livre de violências e discriminação. Os princípios da Política reforçam que a Transpetro respeita e valoriza a diversidade, a equidade e a inclusão em todas as suas atividades e ambientes, como forma de fortalecer a cultura inclusiva, impactar positivamente o clima organizacional, o bem-estar, a tomada de decisão, a inovação, a produtividade e o relacionamento com os públicos de interesse. Além disso, nosso planejamento estratégico, projetos, processos e operações consideram a diversidade, a equidade e a inclusão como elementos fundamentais.

No dia a dia, a companhia possui uma área dedicada à promoção de DEI dentro da Gerência Cultura Organizacional, com um Programa de Diversidade, Equidade e Inclusão que impacta todas as áreas, com mais de 100 ações de 2024 a 2026. Os compromissos da Transpetro em DEI se refletem em metas e competências pelas quais as pessoas são avaliadas, por exemplo. Adicionalmente, realizamos ações frequentes de sensibilização e capacitação para lideranças inclusivas, de forma a fortalecer uma cultura de inclusão e pertencimento.

Adicionalmente, entendemos que DEI é um tema de Gestão de Pessoas, então temos implantado a prática de olhar para a diversidade nos processo da jornada dos nossos empregados e empregadas, desde a entrada até o desligamento da empresa.

ImaginaRio: Que iniciativas a Transpetro desenvolveu para promover um ambiente mais inclusivo para pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e outros grupos minorizados?

Capacitações e sensibilizações frequentes por meio de um calendário corporativo de diversidade em parceria com a nossa área de comunicação, com verba para ações e palestrantes. Acolhimento e escuta dos grupos por meio do Comitê de Diversidade e Inclusão da Companhia, que é um grupo consultivo, multiplicador e de assessoria para temas de DEI, com voluntários e pessoas indicadas de diversos marcadores e áreas. Também criamos e fortalecemos grupos de afinidade, como o de PcDs/pessoas neurodivergentes e étnico-racial, além do lançamento do grupo LGBTQIA+. Realizamos ações com base em dados da nossa pesquisa de percepção em Diversidade e Pesquisa de Clima, como, por exemplo, o lançamento de cartilha de combate às violências no trabalho e implantação de salas de amamentação em todas as nossas unidades operacionais. Para casos de denúncia, possuímos um Canal de Acolhimento, dentro do Programa de Saúde Mental, e um Canal de Denúncias externo e imparcial.

ImaginaRio: Quais parcerias ou programas a Transpetro mantém (como com ONGs, universidades ou coletivos) para fortalecer suas ações afirmativas para a comunidade externa?

A Transpetro atua em comunidades do entorno das unidades promovendo ações de relacionamento e promoção de Direitos Humanos, junto a comunidades, comunidades quilombolas, ribeirinhas, indígenas, entre outras. Destacamos o projeto Cine Transpetro, com conteúdos de diversidade. Trata-se de um convênio, iniciado em 2024, que já passou por 74 municípios, em 13 estados do Brasil. Percorremos mais de 39 mil km, dos quais 370 km foram navegados no rio Solimões; realizamos 470 apresentações em salas, auditórios e pátios de 138 escolas e comunidades. Além dele, lançamos, em 2024, o edital Transpetro em Movimento, seleção pública para patrocínio de projetos culturais e esportivos usando critérios de diversidade. Temos mais informações em: https://transpetro.com.br

ImaginaRio: Quais os principais desafios enfrentados na implementação de uma cultura inclusiva em uma empresa de grande porte como a Transpetro? Poderia compartilhar algumas das próximas metas da área?

Os desafios são grandes para uma empresa presente em quase todo o território nacional e com atuação em navios, especialmente alcançar públicos operacionais e dispersos, além de pessoas que prestam serviços. Por isso, temos ampliado a nossa atuação da equipe de Diversidade em nossos terminais e aumentando a capilaridade do tema em eventos corporativos, como ações da Saúde, Diálogos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde e Semanas Internas de Prevenção de Acidentes (Sipat). Como projetos para o próximo ano: aprimorar nosso cadastro e painéis de acompanhamento, acompanhar o atingimento da meta de liderança negra e feminina e acompanhamento de carreiras negras na companhia, por meio de um novo programa em elaboração.

Fonte: Acervo Pessoal

Thalyta Figueiredo
Thalyta Figueiredo é Assistente Social e profissional de nível superior junior na Transpetro. Atua no setor de Saúde Operacional, vinculado à Gerência de Integração, Promoção à Saúde e Serviço Social. Tem ampla experiência em contextos diversos, como a Vara de Violência Doméstica do Fórum Patrícia Acioli, o CRAS de Neves e o Ambulatório de Saúde Mental de Jurujuba.

ImaginaRio: Como as questões de orientação e identidade de gênero são trabalhadas nos atendimentos de saúde?

Precisamos sempre estar atentos para não reproduzirmos preconceitos advindos do imaginário social. Um acontecimento recente que exemplifica essa necessidade foi a reunião com os profissionais do setor de saúde da empresa que ainda tinham dúvidas sobre atendimentos ao público LGBTQIAPN+; e uma questão levantada no encontro foi como abordar sobre a rotina de exames ginecológicos a homens transgêneros. Diversos setores caminham em conjunto em prol da capacitação dos profissionais porque entendemos a importância de rompermos com as visões heteronormativa e cisnormativa para construirmos um ambiente inclusivo e respeitoso também na área da saúde.

ImaginaRio: Você já presenciou ou enfrentou situações de discriminação dentro das unidades da instituição em relação à pauta LGBTQIAPN+? 

Sim, majoritariamente em atendimentos. O reforço de estigmas e preconceitos que alguns marítimos embarcados reproduzem enquanto estão em atendimento psicossocial acabam sendo mais latentes. É essencial olhar questões sensíveis e importantes dos aspectos subjetivos – a saúde mental e psicológica, mas que muitos homens ainda reduzem como “assunto de mulher”. Por isso, enquanto estamos atuando, também somos responsáveis por gerar avanços na humanização do atendimento e educação inclusiva ao público assistido, corrigindo desinformações, mas entendendo a história e a origem das pessoas.

ImaginaRio: Existem protocolos ou políticas para garantir atendimento respeitoso e adequado?

Protocolos existem, como nosso Código de Ética na empresa, que orienta o atendimento ético, respeitoso e adequado às diversas populações, inclusive àquelas em situação de vulnerabilidade ou pertencentes a grupos minorizados. Além disso, temos treinamentos obrigatórios para contínua capacitação, além do compromisso que assumimos através do termo de responsabilidade que assinamos para garantir, no espaço de atendimento, o respeito à dignidade humana, a promoção da equidade e a não discriminação.


🧑🏿‍🤝‍🧑🏻O ImaginaRIO é uma realização do Laboratório de Comunicação, Cidade e Consumo (Lacon/UERJ). O boletim tem a proposta de monitorar e divulgar as principais notícias, eventos culturais e publicações sobre as temáticas do consumo, dos megaeventos e da cidade, com foco no Rio de Janeiro. Gostaria de divulgar sua pesquisa, evento ou publicação sobre o Rio de Janeiro aqui no ImaginaRIO? Entre em contato com a gente pelas nossas redes sociais (@laconuerj) ou pelo e-mail laconuerj@gmail.com


  • Coordenadores: Ricardo Freitas, Vania Fortuna
  • Bolsista Qualitec: Marcelo Resende
  • Equipe: Pedro Rubim, Pedro Favera, Juliana Nascimento, Laiza Villaça, Maria Helena Carmo, Rafael Nacif e Isadora Ortiz
  • Edição feita pelos alunos da disciplina Estágio Supervisionado/LACON: Maria Luísa Alves de Melo; Ana Clara Rodrigues de Jesus; Leonardo Coelho Avelino; Laryssa do Patrocinio Vieira; João Pedro Côrtes Betim Paes Leme; Gabriela Matias Pereira Sales; Mariana da Silva Nântua; Caroline Esthefany Dias Olimpio e Taíssa da Motta Brito. Sob a coordenação da Professora Vania Fortuna.

Apoio:

Compartilhe essa publicação:

Outros textos